segunda-feira, maio 28, 2007
Para reflectir

domingo, maio 27, 2007
Pentecostes: tempo do Espírito
domingo, maio 20, 2007
Ser estudante...
Os cristãos no mundo

Alma está encarcerada no corpo, mas contém os membros; os cristãos encontram-se detidos no mundo como num cárcere, mas são eles que contêm o mundo.
A alma imortal habita numa tenda mortal; os cristãos vivem como peregrinos em moradas corruptíveis, esperando a incorruptibilidade dos Céus.
A alma aperfeiçoa-se com a mortificação na comida e na bebida; os cristãos, constantemente entregues à morte, multiplicam-se cada vez mais.
Tão nobre é o posto que Deus lhes assinalou, que não lhes é possível desertar».
a Eucaristia, Páscoa do Senhor

quinta-feira, maio 17, 2007
Que fazer...?
Mas, desta vez, tive de folhear e de ler.
Trata-se de três páginas com fotos acerca de um sacerdote que deixou o ministério e que vive com uma senhora de quem tem uma filha».
Bem... situação muito complicada! É sem dúvida uma situação difícil de falar e ate mesmo de comentar.
Soluções? A caridade é a melhor solução...

Fica a ideia...
Todos nós caímos, mas sempre nos levantamos com a força de Deus, força essa que é sacramental, o Sacramento da Penitencia/Reconciliação.
O AMOR e a MISERICORDIA que Deus nutre por nós é tal que, estupefactos e ao mesmo apavorados, imbuídos pelo temor, nós dá esta segunda, e ate mesmo 3ª 4ª 5ª..., tábua de salvação.
Como é belo o amor, a "CARITAS" de Deus Uno-Trino.
Apoiemos este nosso irmão em Cristo pela força e vitalidade da Caridade, força última e permanente da existência ôntica do homem...
Um grande Abraço em Cristo, Nosso Senhor e Redentor.
Que a Paz esteja sempre convosco
terça-feira, maio 15, 2007
Desafiaram-me!
Eu quero: amar sempre.
Eu tenho:que ir estudarEu acho: que a vida é repleta de emoção!
Eu odeio: acordar cedo.
Eu sinto: a vida.
Eu escuto: as pessoas.
Eu cheiro: ao mais belo dos profumes naturais - EU.
Eu imploro: pela Misericordia.
Eu procuro: Deus.
Eu arrependo-me: quando me chateio com os amigos.
Eu amo: a minha família e os meus amigos.
Eu sinto dor: quando não amado.
Eu sinto a falta: dela.
Eu importo-me: com a felicidade dos meus entes queridos.
Eu sempre: acreditei nas pessoas.
Eu não fico: aqui para semente.
Eu acredito: Em Jesus Cristo, único Senhor e Redentor.
Eu danço: pouco.
Eu canto: sempre.
Eu falho: na fidelidade.
Eu luto: pela vida.
Eu escrevo: sobre o essencial da vida.
Eu ganho:laços neste mundo.
Eu perco: quando não sou fiel.
Eu confundo-me: quando se trata de dizer os nomes das pessoas.
Eu estou: Feliz.
Eu fico feliz: quando sou amado.
Eu tenho esperança: em Ti.
Eu preciso: de ti, junto de mim.
Eu deveria: ser mais eu para poder ser mais o outro.
Eu sou: um anão em ombros de gigantes.
Eu não gosto: falsos amigos e da mentira.
E agora acho que tenho de passar o desafio a 6 pessoas!As vitimas são:
Michael
Bento
Santo Herege
Pe João António
Pe José Maria
Pe Vitor Magalhães
segunda-feira, maio 07, 2007
domingo, abril 29, 2007
Uma questão de honestidade intelectual
Uma razão minimamente sadia apercebe-se com naturalidade que tudo o que atenta contra a vida e a dignidade humana é por si mesmo um acto abominável. Além de ir contra a Lei natural, vai contra a própria Constituição Portuguesa!
É preciso, pois, compreender que o feto, desde a sua concepção, é uma pessoa humana. Não estamos perante um ser humano potencial como muitos pensam, mas perante uma pessoa cheia de potencialidades que deverão desenvolver-se com toda a naturalidade. Com efeito, o feto não é nunca uma pessoa potencial, mas é, actual e totalmente, uma pessoa humana com potencialidades ainda não actualizadas.
Através do rosto, fala o homem, fala em particular qualquer homem que sofre uma injustiça, fala e pronuncia as palavras: “Não me mates!”. O rosto e o mandamento – “Não matarás” – conjugam-se, em Levinas, de modo genial, tornando-se simultaneamente um testemunho da nossa época, e apesar disso os parlamentos, democraticamente eleitos, decretam mortes com tanta facilidade, negligenciando os contributos antropológicos,
filosóficos e teológicos, que os precederam, devendo ser na sua substancialidade instrumentos do bem comum e da vida humana, como elemento constitutivo indispensável de um Estado democrático.
A vida é indivisível, não se fracciona; ela é invariável em intensidade, desde o primeiro momento até ao fim; é um todo orgânico, inseparável, um «monobloco»; é cabeça, tronco, membros, mãos, etc.
A Igreja será sempre perseverante e incansável promotora da consciência. Não se trata aqui de lutar contra quem quer que seja, bem como de fazer uma apologia. Mas antes, de uma manifestação contra um caminho que em nada dignifica e eleva o homem. Este indício, como muitos infelizmente pensam, não é e nunca será um sinal de modernidade e/ou progresso! Mas sê-lo-á sempre se promover a vida.
A legalização do aborto nunca será positiva, pois não ajuda ao desaparecimento do mesmo, mas antes a que o seu número aumente gradual e significativamente. A opinião pública generalizada considera bom aquilo que se despenaliza e cada vez se banaliza mais, nas consciências, a decisão de abortar. Na verdade, não é porque de um avião, a grande altitude e nas melhores condições atmosféricas, não se distinguem, a olho nu, nem pessoas, nem cidades, que se pode concluir que ninguém vive lá em baixo. Não é, portanto, porque se ignora uma realidade que se pode negar a sua existência.
Os partidários do aborto clamam vivamente que o acto de abortar pertence, única e exclusivamente, à mulher. Será mesmo? Será ela capaz de fazer o que bem entender do seu corpo? Não tem ela, em si, outro ser, uma outra pessoa? Até que ponto ela pode afirmar que é só do seu corpo que se trata? Que diria, pois, a mulher se um gigante de 4 metros e com, 300kg a atacasse? Entre duas forças desiguais que se batem, é a mais fraca que sucumbe; pior ainda, entre a mãe e o feto em que as proporções são desmesuradamente maiores. Quantas mulheres, depois de se terem submetido ao aborto, caem em depressão pelo remorso que as persegue! Mesmo a estes «Senhor, não lhes atribuas este pecado» (Act 7, 60).
Não faltará muito para que o tema da Eutanásia venha a ser debatido na praça pública. Será o momento derradeiro para anunciarmos novamente o valor inalienável da vida humana. Que este referendo nos mostre os erros cometidos para que num futuro próximo possamos encontrar novos métodos e meios de propagação da verdade indubitável a que todo homem pensante é chamado a defender e a promover.
sábado, abril 21, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
quarta-feira, março 28, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
Quaresma
Aborto e sua legalização: Uma solução ou uma resposta?
Há algum tempo atrás, o Ministro da Saúde veio a público afirmar que o Estado iria suportar os custos de cada aborto que se vier a fazer legalmente em Portugal. Ora, isso significará ao Estado qualquer coisa como 1000 €. Atendendo à existência, segundo as estatísticas, de qualquer coisa como 20000 abortos clandestinos por ano, o Estado terá que desembolsar 20 milhões de €. Já pensaram o que se poderia fazer com todo este dinheiro caso fosse canalizado para outras benesses, nomeadamente em alguns tratamentos a doentes crónicos? Diversas são as questões que advêm daqui: haverá listas de espera? Terão que ficar algumas operações (talvez bem mais importantes) em segundo plano para que uma mulher possa abortar sem que com isso possa incorrer numa penalização, sabendo, com efeito, que, às 10 semanas e um dia, incorre numa pena que pode ir até a três anos de prisão? Como reagirá o contribuinte sabendo que contribuirá para o financiamento deste acto abortivo? Estará o cidadão, que avidamente defende a vida, a contribuir com os seus impostos com o intuito de eliminar uma vida indefesa? Como reagirá ele perante a sua consciência? Não terá legitimidade de invocar o “objector de consciência”?
Os “movimentos (cívicos) pela vida” talvez não tenham actuado com os meios e linguagens mais adequadas. Ao passo que os defensores do sim utilizaram meios nada convenientes. Utilizando uma política sensacionalista e emotiva, renegaram literalmente o conceito de pessoa. Não o utilizaram para que não viessem a ter problemas na difusão da sua mensagem. Ao concentrarem-se unicamente na mulher esquecem a existência de outro ente, que em si, é totalmente único e irrepetível. É preciso, pois, compreender que o feto, desde a sua concepção, é uma pessoa humana. Não estamos perante um ser humano potencial como muitos pensam, mas perante uma pessoa cheia de potencialidades que deverão desenvolver-se com toda a naturalidade. Com efeito, o feto não é nunca uma pessoa potencial, mas é, actual e totalmente, uma pessoa humana com potencialidades ainda não actualizadas.
A vida é indivisível, não se fracciona; ela é invariável em intensidade, desde o primeiro momento até ao fim; é um todo orgânico, inseparável, um «monobloco»; é cabeça, tronco, membros, mãos, etc.
O défice demográfico é outros dos problemas que a médio/longo prazo terá nevrálgicas repercussões. Este dado terá, num futuro próximo, graves e irremediáveis consequências. Com efeito, quando não há mão-de-obra não há produção de riqueza; se não há produtividade como conseguira subsistir a “máquina” fiscal do Estado? Vejamos alguns dos casos mais paradigmáticos na Europa. Países como a Alemanha, França, Suiça, Inglaterra, e outros, estão a restringir cada vez mais as práticas abortivas, aplicando, fundamentalmente, politicas natalícias. Há que perspectivar os horizontes a médio/longo prazo! Se é realmente verdade que Portugal se encontra com 20 anos de atraso relativamente aos restantes países da Europa (Centro e Norte da mesma) e se vemos esses países a retrocederem no que se refere à prática do aborto, aplicando leis que beneficiem a maternidade e o aumento demográfico, porque razão temos nós que imitar algo que eles já abominam? Não serão eles exemplo para nós nesta matéria? Porquê cair nos mesmo erros que eles, se podemos, neste ponto, caminhar em uníssono com eles? Não é porventura a família o micro-Estado ou, teologicamente falando, a Igreja-doméstica?
A legalização do aborto nunca será positiva, pois não ajuda ao desaparecimento do mesmo, mas antes a que o seu número aumente gradual e significativamente. A opinião pública generalizada considera bom aquilo que se despenaliza e cada vez se banaliza mais, nas consciências, a decisão de abortar. Na verdade, não é porque de um avião, a grande altitude e nas melhores condições atmosféricas, não se distinguem, a olho nu, nem pessoas, nem cidades, que se pode concluir que ninguém vive lá em baixo. Não é, portanto, porque se ignora uma realidade que se pode negar a sua existência.
Os partidários do aborto clamam vivamente que o acto de abortar pertence, única e exclusivamente, à mulher. Será mesmo? Será ela capaz de fazer o que bem entender do seu corpo? Não tem ela, em si, outro ser, uma outra pessoa? Até que ponto ela pode afirmar que é só do seu corpo que se trata? Que diria, pois, a mulher se um gigante de 4 metros e com, 300kg a atacasse? Entre duas forças desiguais que se batem, é a mais fraca que sucumbe; pior ainda, entre a mãe e o feto em que as proporções são desmesuradamente maiores. Quantas mulheres, depois de se terem submetido ao aborto, caem em depressão pelo remorso que as persegue! Mesmo a estas «Senhor, não lhes atribuas este pecado» (Act 7, 60).



