segunda-feira, outubro 29, 2007

A dor do passado


«Preso no passado parece que não consigo continuar,
tenho escondido todas as esperanças,
e sonhos longe,
no caso de precisar deles de novo outra vez,
tenho reservado algum tempo,
para limpar um pouco de espaço,
nos cantos da minha mente.»



IN, Music and Lyrics

domingo, outubro 21, 2007

sexta-feira, outubro 19, 2007

Castigo dos sacerdotes infiéis em Malaquias

«Pois bem, ó sacerdotes, é para vós esta ordem: Se não me ouvirdes, se não tomardes a peito dar glória ao meu nome - diz o SENHOR do universo - lançarei contra vós a maldição e amaldiçoarei as vossas bênçãos. E essa maldição já está cumprida, porque vós não tomais isto a peito. Eis que vou despedaçar o vosso braço e lançar-vos esterco ao rosto - o esterco das vossas solenidades - e sereis atirados fora juntamente com ele. E então sabereis que fui Eu que vos dei esta ordem, para que não se mantenha mais a minha aliança com Levi - diz o SENHOR do universo.

«Por isso, Eu tornei-vos desprezíveis e abjectos aos olhos de todo o povo, porque não guardastes os meus mandamentos e fizestes acepção de pessoas perante a lei».

Mal 2, 1-4.9

Culpa dos Sacerdotes em Malaquias

«Um filho honra o pai; um servo teme o seu senhor. E se Eu sou pai, onde está a honra que me é devida? Se Eu sou Senhor, onde está o respeito por mim? Isto diz o SENHOR do universo a vós, sacerdotes, que desprezais o meu nome. Mas vós perguntais: 'Em que é que desprezámos o teu nome?' É que vós ofereceis sobre o meu altar alimentos impuros e ainda perguntais: 'Em que é que o profanámos?' Pensais que a mesa do SENHOR é coisa desprezível! Quando trazeis animais cegos para o sacrifício, não será isto mau? E quando trazeis animais coxos ou doentes, não será isto mau? Leva-os ao teu governador. Será que isso lhe será agradável? Será que ele te irá receber bem? - diz o SENHOR do universo».

Mal 1, 6-8

quinta-feira, outubro 18, 2007

Jorge Palma - Finalmente a sós

Jorge Palma - O centro comercial fechou

Mafalda Veiga & Jorge Palma - Tatuagens

Serpenteando ao Luar


De partida...


E nunca me disseram o nome daquele oceano...


Hoje estava capaz de me ir embora...

Os flagelos nem sempre são sinais de ofensa


Encontramos um mundo em constante mutação. Quando uma epidemia surge, a reacção mais natural será, sem dúvida, a contestação, não deixando, porém, de ser na sua essência um elemento positivo.
Por um lado, esta posituvidade é originante no campo social de um aumento gradual de uma verdadeira fraternidade, bem como num melhoramento efectivo das relações inter-pessoais. Esta dimensão possibilitará o(s) sujeito(s) a uma evolução progressiva de um estado de “ego” para um estado de “a-ego”, deixando, com efeito, de estar e de ser um ser ôntico fechado em si mesmo para voltar a centrar a sua atenção para um outro que eternamente chama por ele.
Por outro lado, as epidemias, que poderão resultar em pestes, consciencializam o Homem para a sua efectiva debilidade e imperfeição, obrigando-o a rever as suas condutas de modo a, de algum modo, superar as suas reais imperfeições.

segunda-feira, setembro 24, 2007

terça-feira, setembro 18, 2007

A "Vitória"


sábado, setembro 08, 2007

Sentimentos obscuros


A vida fora outrora mais bela, mais harmoniosa, mais esplendida. As sombras têm coberto a luz que resplandecia como o sol. Mas amizade Contigo essa é inabalável. Tu és a força que sempre me guiou. Sem Ti, ó Deus, que sou eu? Acolhe-me no teu leito como só tu sabes fazer!

terça-feira, agosto 07, 2007

segunda-feira, julho 09, 2007

Valsa dum homem carente


Se alguma vez te parecer

ouvir coisas sem sentido

não ligues, sou eu a dizer
que quero ficar contigo
e apenas obedeço
com as artes que conheço
ao princípio activo
que rege desde o começo
e mantém o mundo vivo


Se alguma vez me vires fazer
figuras teatrais
dignas dum palhaço pobre
sou eu a dançar a mais nobre
das danças nupciais
vê minhas plumas cardeai
sem todo o seu esplendor
sou eu, sou eu, nem mais
a suplicar o teu amor

É a dança mais pungente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente
Jorge Palma, NORTE

segunda-feira, junho 18, 2007

Apanhados na TV 2

Apanhados na TV

domingo, junho 17, 2007

Estrela do Mar

«Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
E em que o sono parecia disposto a não vir
Fui estender-me na praia, sozinho, ao relento
E ali longe do tempo, acabei por dormir

Acordei com o toque suave de um beijo
E uma cara sardenta encheu-me o olhar A
inda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
Ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar

"Sou a estrela do mar só a ele obedeço
Só ele me conhece, só ele sabe quem sou
No princípio e no fim Só a ele sou fiel e é ele quem me protege
Quando alguém quer à força Ser dono de mim..."

Não sei se era maior o desejo ou o espanto
Só sei que por instantes deixei de pensar
Uma chama invisível incendiou-me o peito
Qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocámos segredos e abraços
Inscrevemos no espaço um novo alfabeto
Já passaram mil anos sobre o nosso encontro
Mas mil anos são pouco ou nada para estrela do mar

"Estrela do mar Só a ele obedeço
Só ele me conhece, só ele sabe quem sou
No princípio e no fim
Só a ele sou fiel e é ele quem me protege
Quando alguém quer à força
Ser dono de mim..."»


«Estrela do Mar», JORGE PALMA, 1984